terça-feira, 12 de abril de 2011

AIMEE- OZZYYYYYYYYYY!!


Aimee
Tell me what do I do about it
When you break down and cry
I try to give you all my love and affection
Please believe me
I try
Oh Aimee
I know I've been unkind
I guess I wasn't much of a friend
Oh Aimee
Let's leave it all behind
Cause I'm gonna love you
I'm gonna love you
Im gonna love you ''Til the end

Aimee
There's so much you give me
So much to live for
When I'm feeling down
You just turn it around
And the pain Isn't there anymore
Oh Aimee
I know I've been unkind
I guess I wasn't much of a friend
Oh Yeah
Aimee
Let's leave it all behind
Cause I'll always love you
I'll always love you
I'll always love you "Til the end

Angel in the night
You'll be my angel in the night
Angel in the night
You'll be my angel in the night
Angel in the night
You'll be my angel in the night

Dont' ever tell me lies
Cause I'll always be your friend
And I'm gonna love you
I'm gonna love you
Im gonna love you 'Til the end

So tell me what do I do about it
When you break down and cry
I try to give you all my love and affection
Please believe me
I try
Oh Aimee
I know I've been unkind
I know I wasn't much of a friend
Oh Yeah
Aimee
Let's leave it all behind
Cause I'm gonna love you
I'm gonna love you
I'm gonna love you 'Til the end

Angel in the night
You'll be my angel in the night
Angel in the night
You'll be my angel in the night
Angel in the night
You'll be my angel in the night

Please be my angel in the night

segunda-feira, 11 de abril de 2011

ONDE ESTIVER, EU TE AMO!


A difícil arte de amar ao próximo!
por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br

A arte de amar, habilidade humana que expressa, acima de tudo, sentimentos, mas também desejo e transcendência, é um aprendizado que o homem busca desde tempos imemoriais.

Durante a sua longa trajetória sobre a face da Terra, o ser inteligente confundiu amor com paixão e posse. Essa confusão permanece em pleno século 21, muito em função do principal vício do ego, que é o apego excessivo a si mesmo, em detrimento de interesses alheios, chamado egoísmo.

Em decorrência do egoísmo, surge o egocentrismo, ou seja, o eu observado como o centro da vida que acompanha o ser dotado de livre-arbítrio até os dias atuais, nublando a sua visão e limitando a percepção a respeito do amor.

A incompreensão do amor, fundamentada em fatores psíquicos e espirituais que se combinam, resultam no ser inseguro, carente, que procura no outrem a satisfação que não encontra em si mesmo.

Amar a si mesmo é tão difícil como amar ao próximo sem interesse de posse ou uso pessoal. No entanto, essa é a "regra" para amar e nos sentirmos, verdadeiramente, amados.

O desafio de aprender a amar, passa pelo exercício de desapego do eu e seus mais conhecidos vícios, o egoísmo e o orgulho, pois, conhecer a si mesmo é conhecer o outrem o suficiente para entender que somos todos iguais, tanto nas experiências de sofrimento e dor, quanto nas experiências de alegria e amor.

O desprendimento do eu, associado à sensação de igualdade é a energia que move os espíritos comprometidos com a caridade humana. A visão de amor além de nossas necessidades básicas ou narcísicas, representa um considerável avanço do espírito no sentido de seu amadurecimento. Estágio que alcançaram espíritos como Chico Xavier, Madre Teresa de Calcutá e Francisco de Assis, entre outros.

No âmbito do trabalho voluntário, tudo é válido quando a vontade é o amor que move as intenções. Nessas situações, de transparência e abnegação, a tarefa flui com a ajuda invisível da Fonte Universal.

Trabalhar em centros espiritualistas de cura, por exemplo, é uma das experiências mais gratificantes para aquele que busca o aprendizado do amor em outro nível. Lidar com os mais diversos casos que se apresentam nas cabines de atendimento, e praticar o amor ao próximo, intuído ou orientado pela invisível energia, é uma experiência inesquecível.

São médiuns professores, profissionais liberais, donas de casa, aposentados, estudantes, entre outros, que se reúnem em nome do Amor Maior para o atendimento dos mais variados casos, desde os mais simples aos mais complexos. Nas paredes das salas de atendimento, as imagens de Jesus Cristo e Bezerra de Menezes... e a presença "invisível" das equipes espirituais que orientam o trabalho mediúnico.

"Onde estiverem dois ou mais reunidos em meu nome, lá eu estarei" (Jesus Cristo).

Para compreendermos o amor na sua amplitude e completude, devemos praticar o amor não egóico, aquele que nos aproxima do outrem sem interesses que não seja o de ajudar. E no âmbito da caridade associado ao trabalho voluntário, à medida que vivenciamos a tarefa em prol do próximo ou de uma causa nobre, a difícil arte de amar passa a ser melhor compreendida e aplicada no dia a dia de nossas vidas. Tudo é uma questão de aprendizado e mérito.

O merecimento é o prêmio pelas pequenas conquistas do espírito em seu processo evolutivo. Nada muito diferente do que acontece na nossa experiência vital, quando atingimos metas após superar dificuldades encontradas pelo caminho.

E o prêmio para aquele que busca o aprendizado no amor, é o conhecimento adquirido com a prática fundamentada na humildade de servir. Bônus espiritual que lhe proporcionará um melhor nível de lucidez e discernimento em relação ao significado da vida.

Lucidez e discernimento que representam, a médio e longo prazo existencial, uma gama de benefícios, a começar pela conquista do equilíbrio psíquico-espiritual - a paz interior - que é a ferramenta de cura de nossas atávicas imperfeições...

Na teia da vida universal, somos um todo indivizível, e a arte de amar ao próximo como a nós mesmos, a maior conquista do espírito imortal.

domingo, 10 de abril de 2011

Quando o amor acontece...


Quando o amor acontece.

Quando o amor acontece…
A vida torna-se mais
suave e delicada.
O mundo ganha novas cores
tudo passa a ser belo
dentro de nós.
Porque o amor faz a vida ser o
sonho lindo de viver.



Quando o amor acontece…
O coração fica leve,
cheio de encantos,
a alma fica iluminada,
Porque o amor está lá,
fazendo a diferença dentro
do nosso ser.



Quando o amor acontece…
Ficamos com os que sonham,
porque a vida torna-se em
um sonho belo dentro da

realidade de viver o amor.



Quando o amor acontece…
Tudo fica abençoado,
porque o amor é divino para
a nossa vida,
ele é o dom maior que
temos dentro do
nosso coração.



Quando o amor acontece…
A emoção toma conta da
nossa vida, fazendo com

que a razão torne-se na

suavidade dentro
do nosso coração.



Quando o amor acontece…
O romantismo que
temos guardado dentro
de nós, aflora em nossa pele,
fazendo com que passemos a
sonhar acordados
com a beleza do amor.



Quando o amor acontece…
É nesse momento que
sabemos como somos
privilegiados pela vida,
porque o amor
nos escolheu para
amá-lo,
tornando a vida
o sonho
lindo de viver.



Você já o encontrou…?

Está vendo o seu rosto…?

Eu o vejo…e o seu rosto é

De uma beleza indescritível…

É a beleza do grande sentimento.

Ana Maria Marcondes

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Uni, duni...Eba!


Escolhas
Elisabeth Cavalcante

Um dos maiores entraves para que levemos uma vida de harmonia e paz é o medo de decidir. Quando se trata de fazer escolhas, muitos de nós sentem-se indecisos, confusos e temerosos de tomar a decisão errada.

Por que será que, na maioria das vezes, duvidamos de nossa capacidade de escolher o melhor caminho? Certamente, porque costumamos nos guiar pela mente, pois isto é o que nos foi ensinado que a razão é o unico mestre confiável.

Ocorre que nem sempre o que a razão determina é o que nos fará feliz. A maior parte das escolhas ditadas pela mente têm como fonte valores que nos foram impostos pelo mundo exterior. E se baseiam em sua maioria no medo, na tentativa de nos protegermos de que algo dê errado.

Então, quando nos guiamos por elas, o resultado pode ser desastroso, visto que tende a nos levar na direção contrária do que nosso coração deseja.
Como mudar este padrão de comportamento? A observação consciente é o único caminho.

Se aprendermos a nos manter alertas, seremos capazes de perceber quando a mente tentar nos direcionar para a insegurança e a sensação de ameaça, diante de uma escolha.

A diferença essencial entre aquele que toma atitudes conscientes e o que se guia apenas pelas regras alheias, é que o primeiro está disposto a pagar o preço que for preciso para seguir o seu coração.

O segundo precisa sempre de garantias antecipadas de que a opção que fará é a mais acertada. Mas, a certeza absoluta de que algo nos fará felizes, só virá a partir da experiência. Por mais que tentemos prever o resultado, nada é garantido antes que vivenciemos de modo real, concreto, uma situação.

Então, a saída é aprender a confiar em nosso insight, naquilo que nossa visão interior apontar como o que necessitamos para alcançar a felicidade. Mas, nenhum insight poderá ser percebido se estivermos tomados pela energia do medo. Ela bloqueia toda a qualquer capacidade de percebermos nossas intuições.

Confiar nesta percepção, sem se importar em querer seguir padrões impostos, é a unica forma de decidir sem que a dúvida esteja presente.
E, ainda que erremos, este erro não deve ser tomado como um fracasso, mas apenas como uma etapa em nosso permanente processo de aprendizado.

...."Revelação é a liberdade.... Insight é a liberdade: Você não precisa de nada, você simplesmente precisa de insight.

Você simplesmente tem que olhar para as coisas - como elas são, como funcionam, como funciona o desejo - que é tudo. Que isto seja muito, muito claro: que a percepção é a liberdade. Você não precisa lutar por liberdade, você só tem que olhar para as coisas, como elas funcionam. Como você tem vivido até agora, olhe para isto. Como você ainda está vivendo este momento, olhe para isto! ...

E quando a verdade aparece, ela transforma você. Isso é o que Jesus quer dizer quando diz: A verdade liberta, nada mais. - nem doutrinas, nem teorias, nem dogmas, nem escrituras. Só a verdade liberta.

Mas não se pergunte como obter a verdade. Se você coloca o 'como', você traz o desejo. O 'como' é o gerente de sua mente desejante. Ele sempre diz: 'Como? Como fazer isso? '

Não é uma questão de fazer. Basta vê-lo, basta ver a forma como ela é. Veja como sua mente continua a funcionar, como tem funcionado até agora..

"Insight é liberdade, clareza traz imparcialidade. Quando você é claro, você não precisa escolher, você escolhe só porque você está confuso.

Escolha é da confusão - "Devo ir por este caminho, ou por aquele, desta ou daquela maneira?" Você está confuso, você não pode ver, então você está oscilando....Devo meditar, não devo meditar? Se eu amo essa mulher, não devo amar essa mulher? Devo fazer nessa direção ou naquela direção?

Essas coisas existem porque você não tem clareza. E os seus assim chamados professores de religião, os seus assim chamados sacerdotes religiosos, seguem dizendo o que você deve fazer.

Isso não é obra de um verdadeiro mestre, são os pseudo-mestres. Você vai a eles com uma mente confusa, e você diz, 'eu tenho duas alternativas A e B. O que devo fazer? ' E eles dizem: 'Você faz um - um é certo, b está errada. " Eles não ajudam. Eles não lhe dão a claridade. Eles simplesmente lhe dão algo para se agarrar, lhe dão a noção de certo e errado.

...O mestre real nunca lhe dá alguma idéia de certo e errado, ele simplesmente dá uma idéia ....E isso é o Buda diz, estas foram suas últimas palavras quando estava saindo do mundo. Seus monges começaram a chorar e chorar. Ele disse: 'Chega de bobagem! Ouçam-me: Seja uma luz para si mesmo. Lembre-se, estas são minhas últimas palavras. Seja uma luz para si mesmo: ".

O que é essa luz? Essa clareza de ver as coisas. Se é morte, ver a morte. Se é amor, ver o amor. Se é a vida, ver a vida. Se for raiva, ver a raiva... se você tem a capacidade de ver as coisas, você será capaz de ver o óbvio. Uma vez que o óbvio seja conhecido como óbvio, a escolha desaparece.

Isso é o que Krishnamurti quer dizer quando ele diz: "Seja sem escolha. Mas você não pode ser sem escolha, você não pode escolher imparcialidade. Você não pode decidir um dia: 'Agora, a partir de agora vou ser sem escolha "- esta é uma escolha.

Imparcialidade não pode ser escolhida, o não desejo não pode ser desejado, o não-apego não pode ser praticado. Esta é a mensagem do Zen: Olhe para as coisas e o óbvio se revelará. E quando você sabe que esta é a porta e esta é a parede, você não precisa escolher para onde ir, vai até a porta. Você não pode colocar a pergunta: "Devo ir através da parede ou da porta? Você simplesmente vai através da porta".
OSHO
Zen: O Caminho do Paradoxo.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Faxina geral


Faxina geral


Estava precisando fazer uma faxina em mim… Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados. Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais. Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões. Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas, com bastante cuidado. Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras que nunca queria ter dito, mágoas, lembranças de um dia triste. Mas lá também havia coisas e boas. Aquela lua cor de prata, um pôr do sol, uma música. Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Aí, sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas. Joguei direto no saco de lixo os restos daquilo que pensei ser amor; peguei palavras cheias de mágoas que estavam na prateleira de cima, e também joguei fora, no mesmo instante. Outras coisas que ainda me ferem, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, talvez as mande para o lixão. Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o Amor, a Alegria, os Sorrisos e a Fé. Arrumei com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista. Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar.

- Carlos Favaro Fanta

Tudo na mais santa paz...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Essa é a graça, não entender nada...hehe


Para entender os outros

Danuza Leão


Viver é complicado? É, um pouco. E como tornar a vida mais fácil? Entre outras coisas, aprendendo que todos nós temos um código e, quando passamos a conhecer o nosso, e o dos outros, tudo fica mais suave. Dentro da família podemos ter mãe, pai, dois irmãos, três tias, cinco primas, marido, filhos... É preciso entender o idioma de cada um para não viver num planeta em que cada pessoa fala uma língua diferente. Sabe quando você ouve no telefone a frase “então te ligo; quem sabe a gente vai jantar?”. Pois isso talvez queira dizer várias coisas: pode ser apenas uma desculpa para desligar o telefone, pois o assunto não está interessando; pode ser que a pessoa esteja esperando uma ligação e não queira ocupar a linha; pode ser que tenha começado o telejornal, e mais 300 razões diferentes, algumas inimagináveis. Os horários, por exemplo: um encontro marcado para nove da noite pode significar nove e meia; entre dez e meia e onze; e em alguns casos até nove horas mesmo. Agora, se você conseguir decodificar o idioma da pessoa, não vai se irritar de ficar esperando duas horas, porque já sabe que, quando ela diz nove, está querendo dizer onze, certo? São essas filigranas que desgastam a relação e você deve fazer todos os esforços para evitar que isso aconteça.
Um capítulo sujeito a muitos mal-entendidos é o do amor. Quando um homem diz “eu te amo”, é possível traduzir isso de umas 500 maneiras, só que as mulheres costumam ouvir sempre da mesma. A mais frequente é ele dizer um “eu te amo” e ela ouvir um “quero me casar com você”, sendo que a maior parte das vezes ele diz “eu te amo” querendo dizer “quero transar com você”. Complicado? Nem tanto; apenas uma questão de tradução. Essa declaração de amor pode também querer dizer que ele está te amando profundamente naquele momento, e não que esteja propondo fundar um lar. E dependendo de quantos copos de vinho ele tiver tomado, da luz e da música que estiver tocando, pode até pintar uma proposta de morarem juntos, o que não quer dizer que você deva levar ao pé da letra. E é melhor mesmo que não leve. Mas as mulheres adoram ser pedidas em casamento, e a qualquer sinal de vitória – porque é uma vitória – passam a amarrar a coisa. Costumam começar com um “na sua casa ou na minha?” e, dependendo, mais uma vez, de estarem na segunda ou terceira garrafa de vinho, dali meia hora ela já está falando na decoração, se vão usar o mesmo computador ou se é melhor cada um ter o seu. Quanto a ele – todos sabem que o álcool provoca amnésia, principalmente no homem. Ele sai todo lampeiro, volta para seu adorado espaço, a coisa mais preciosa que acha que tem, e vai ficar surpreso quando telefonar na quarta-feira perguntando “vamos pegar um cineminha?”, e ela atender de mau humor. Se um dia homem e mulher falarem a mesma língua podem começar a se entender. Mas nem todas as coisas têm de ser traduzidas, porque aí pode ficar tudo tão sem graça que o amor desapareça da face da Terra.

quinta-feira, 31 de março de 2011

"Não leve a vida tão a sério - Você nunca vai sair vivo dela."


O Bom Humor é uma conquista da prática diária
Conceição Trucom

Se você misturar duzentos gramas de farinha de primeira num saco de farinha vencida, a farinha de primeira desaparecerá, e todos dirão que sua farinha é amarga e insuportável.
Se você colocar um litro de gasolina azul num tambor cheio de água, e usar essa mistura para encher o tanque do seu carro, verá o motor bufar feito doido e não funcionar.
É neste sentido que digo: O maior engole e anula o menor.

Existem pessoas que se queixam o tempo todo que não vão bem nos negócios, não têm dinheiro, não têm sorte, não conseguem sentir serenidade.
Desde o amanhecer exclamam que está difícil, se aborrecendo com pequenas coisas, e com dificuldades (preguiça) de agir positivamente.
Ligam a TV, lêem o jornal, ouvem rádio, conversam com os amigos, e o lema é sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro, situação difícil, lojas vazias, comparações inglórias... Se vão fazer alguma coisa ficam sempre com um pé atrás. Se desejam comprar ou conquistar algo, desistem para quando a situação estiver melhor.
Passam o tempo todo navegando nas águas da inação pelo medo, pessimismo e do derrotismo.

Mas essas pessoas dizem que mentalizam todos os dias riqueza e sucesso. Chegam até imaginar que são positivas, que desejam muito o sucesso e a prosperidade. Já fizeram rituais de abundância, acenderam velas e fizeram orações.
Hoje se sentem iludidas dessa estória de pensamento positivo, porque ao final não funcionou. Nada deu certo.
Calma. Vamos raciocinar.

REFLITA:
Quantos minutos por dia você pensa positivamente? Seriam 30 minutos? Quando muito uma hora?
Conclusão: Você fica no pessimismo do inconsciente coletivo por 22-23 horas por dia? O que pesa mais?
Duzentos gramas de ótima farinha conseguem transformar um saco de farinha amarga?

SUGESTÃO - MUDE O CONTEXTO DE SUA VIDA
Comece por este pensamento que acho profundamente engraçado:
"Não leve a vida tão a sério - Você nunca vai sair vivo dela"

Pratique atividades de mudança de contexto. A Terapia do Riso é uma excelente dinâmica para esta conquista. Nós possuímos dois tipos de capacidade mental: A primeira é a Lógica, Racional, Cognitiva, Objetiva, Metódica e opera na velocidade da linguagem. Esta mente chamo de "M", e digo que funciona do pescoço para cima.
A segunda é a Intuitiva, Instintiva, contém a Inteligência Emocional, é não verbal - rápida e pode lidar com padrões analógicos, Original, Sensível e Criativa. Esta mente chamo de "I", e digo que funciona do pescoço para baixo.
Necessitamos usar estas duas capacidades de pensamento em todas as áreas e momentos de nossas vidas.
O que acontece é que estamos saturando o uso da atividade "M", e desconsiderando - porque desconectamos - as nossas capacidades da atividade "I".

A Terapia do Riso desenvolve e reativa a nossa capacidade de sermos mais criativos, flexíveis, intuitivos, positivos, livres (internamente), e assim sermos capazes de mudarmos nosso referencial conforme nossa vontade.
Tudo o que precisamos fazer é permitir a nós mesmos deslocar nossa atenção para diferentes aspectos de nossa experiência.
A Terapia do Riso nos possibilita a prática da mudança dos prismas em nossa vida. REPARE na diferença de atitude ao colocar sua estória para você mesmo, ou para um amigo, falando sobre o mesmo assunto, mas mudando de referencial em sua mente.

Contexto 1 - A vida é uma luta. A mudança será dolorosa. Acho tudo isso muito difícil. Porque comigo?

Contexto 2 - A vida é uma jornada. Uma grande oportunidade de aprendizado. Este desafio está me fazendo pensar, crescer e desapegar de coisas que realmente não me servem mais. Estou admirado comigo.

Pois é. A vida é uma grande brincadeira, e para rir verdadeiramente, você precisa ser capaz de pegar a sua dor e brincar com ela. Essa é a chamada equação Charles Chaplin.

quarta-feira, 30 de março de 2011

E quando pipocam idéias na cabeça?kkk...Delícia pipocar!!


Transformação pelo fogo

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo do que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.



Texto de Rubem Alves

Você anda se descuidando da sua vida!


Há grande diferença entre 'importar com' e 'cuidar da' vida alheia

Há alguns anos ouvi um amigo dizer para outro: "Escolhe a raça" (ele referia-se à raça de gato). Curioso com o significado da expressão passei a prestar atenção no papo. A continuação foi: "Assim, você cuida das sete vidas do gato e deixa a minha em paz".
Evidentemente, a brincadeira foi entre amigos e feita com muito bom humor. No entanto, se a estória das sete vidas do gato não fosse uma fábula, seria bastante interessante dar um gato de presente para cada pessoa logo ao nascer. Deveria ser um bicho de estimação de uso obrigatório.

Contudo, o pobre gato tem apenas uma vidinha muito breve. Resta aos humanos, então, o aprendizado de não cuidar da vida alheia por outros meios. Sou adepto confesso da filosofia de importar-se com a vida alheia. No entanto, existe uma profunda confusão entre importar e cuidar. E, a menos que eu seja um completo idiota, existe grande diferença entre um verbo e outro.
Em linhas gerais, quando damos importância a algum assunto, isso significa que temos interesse nele. Já quando cuidamos, isso quer dizer que estamos tomando conta. Ora, se aplicarmos esses conceitos à vida do vizinho, fica fácil entender a diferença.

Quando me importo com a vida alheia, demonstro interesse em saber porque meu próximo chora ou o que lhe causa alegria. Posso procurar saber se tem alguma forma de ajudar. Quando me importo, e faço isso de modo sincero, a primeira reação que tenho é da compaixão. Isto é, me solidarizo com o meu próximo e sofro com ele sua dor, ou então, celebro sua festa como se fosse minha.
Quando me importo com as pessoas, estabeleço um canal de comunhão. Isso não significa que vou passar a comer sal no mesmo prato e dividir o cobertor. Significa tão somente que posso desenvolver as relações sociais com a força, beleza e vitalidade que o Criador projetou.

Importar-se com a vida alheia é conseguir cumprir o que preconizou o apóstolo Paulo: "Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram" (Rm. 12:15).
Agora, cuidar da vida alheia é exatamente o oposto disso. O cuidador da vida dos outros tem o hábito nojento de espiar pelo buraco da fechadura. Quer invadir a privacidade, controlar os passos, determinar os atos de tantos quanto possa.

Em geral, o cuidador da vida alheia é um desocupado que finge ter muitas ocupações. Cria uma aura de quem tem muito o que fazer, mas, na verdade, sua grande missão é bisbilhotar.
As pessoas que nos cercam não precisam de palpiteiros de plantão. Elas só precisam encontrar um ombro amigo, um ouvido atento. Nem é preciso ter todas as respostas, pode até ter tantas perguntas quanto elas, o que realmente precisam é que queiramos viver em comunhão e darmos a cada um o reconhecimento do seu devido valor.


Emanuel Moura

terça-feira, 29 de março de 2011

Às vezes, triste é ser feliz!! A felicidade é passageira de um trem...rsrs


FELICIDADE PASSAGEIRA

Albert Einstein uma vez disse: “O verdadeiro valor de um ser humano pode ser visto no grau de libertação do eu que ele conseguiu atingir”. Mas o que ele quis dizer com “libertação do eu” ? Engraçado que normalmente imaginemos que precisamos nos libertar de todas as coisas, menos do próprio Eu. Pois não há verdadeira libertação, a não ser a do próprio apego ao eu, que é a fonte de todo egoísmo. Egoísmo é apego ao eu. Significa pensar que o mundo nos deve algo, e que todas as coisas estão sempre acontecendo em função da gente. Quando pensamos assim, não percebemos que o mundo é um movimento da energia da vida, e nós somos um fluxo disso. Desapego ao eu é simplesmente um sentimento de que todas as coisas estão no seu ritmo, e há uma paz que está presente antes, durante, e depois de qualquer experiência. Vejamos: Nós somos apegados a experiências de prazer, e rejeitamos experiências de dor. Queremos que certos prazeres que tivemos permaneça. Quando eles não permanecem, sofremos. Ir além do eu significa apenas que sabemos que não temos comando o tempo inteiro sobre essas experiências aparecerem e desaparecerem. Então há um relaxamento que vem de algo dentro de você que diz: “Está tudo bem”. Não posso separar as experiências que tenho em boas ou ruins. São experiências enriquecedoras e fazem parte de minha vida. Com isso, com a aceitação ativa de todas as minhas experiências, percebi que um certo relaxamento vem, uma certa paz que é fruto de simplesmente não lutar e nem brigar com as experiências. Percebi que não sou as experiências que tenho, afinal elas acontecem PARA mim. Eu não sou as experiências, porque as experiências estão sempre mudando. Eu sou aquele que noto que acontecem experiências. Então passei a desfrutar das experiências ainda mais. Quando você não se apega a uma ou outra experiência, há um desfrute que acontece em todas elas que antes não acontecia. Percebi que quando acontece de as experiências começarem a ser saboriadas, não importando o que elas sejam, um profundo relaxamento e compreensão acontecem espontaneamente. Por exemplo: Quando acontece tristeza ou medo. Medo e tristeza são comuns à espécie humana, são sentimentos que ocorrem em todos nós. Mas quando você convida a tristeza a permanecer e passa a observar a brincadeira de ser triste, a atuar tristeza, você percebe que tudo não passa de uma peça de teatro da vida, e tudo feito para seu desfrute. Imagine o que seria do mundo sem a tristeza ? Filmes, literatura, livros, peças de teatro, música, e todas as modalidades de expressão humanas ? Sem Vinícius de Morais ?... Quando passamos a aceitar os dois pólos da vida, começamos a fazer uma reviravolta na maneira como vivemos e pensamos. Afinal, existe hoje em dia, uma ditadura de felicidade. Por quê ? Porque as pessoas não aceitam o que são. Há sempre alguém mais esperto, mais inteligente, mais bonito... Não se compare! Não há ninguém igual a você. Lembro-me que tinha uma pessoa que uma vez me disse, quando eu estava tocando num bar: “Deixe-me ser triste. Toque uma música triste...” Eu achei o máximo aquilo! As pessoas se viciam num só lado da vida, e tem medo de experienciar aquilo de mais profundo que acontece em seus seres. A felicidade que a mídia propõe é superficial, passageira, boboca, sem profundidade. Nas profundezas de si mesmo é que mora os tesouros. Seu eu não é apenas uma imagem para ser exposta no varal de necessidades do mundo. Sua vida é preciosa, com todas as suas contradições. Walt Whitman, poeta americano, escreveu: “Quem nunca se contradiz deve estar mentindo...” O objetivo da vida não é ser feliz. Isso é muito simplista e barato. Qualquer medíocre pode “dizer” que é feliz. A vida é uma profunda mistura e mistério, e apenas os que vivem as experiências com totalidade, amor, confiança, beleza e aceitação podem viver paz. Felicidade é passageira. Paz é você mesmo, seja como for. Procure esta paz que não desaparece quando a felicidade se vai. Aí mora seu Eu real.

Swami Sambodh Naseeb

domingo, 27 de março de 2011

Esqueça o passado e renove-se!


Esqueça o passado e renove-se

Quantas vezes nos pegamos pensando no passado e nos perguntando: "se eu tivesse feito assim", "se eu tivesse dito isso", "se eu tivesse ido lá" e as mais variadas combinações de "ses" e "tivesses"?

Na verdade vivemos nos remoendo em idéias, lembranças pessoas e acontecimentos passados que na maioria das vezes só nos causam dor e em nada nos beneficiam em nosso momento atual. Ao invés de ficar pensando no que não se realizou, que tal planejar o futuro e viver intensamente o presente? Porém, para isso é necessário estar livre do passado, é preciso renovar-se.

E por falar em renovar-se, lembrei-me de uma estória que retrata o processo de renovação de uma ave: A águia: A águia é a ave de maior longevidade, chegando a viver setenta anos.

Porém, para chegar a essa idade é obrigada a tomar uma difícil decisão. Nessa idade a águia está com as unhas compridas e flexíveis e não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta; o bico, alongado e pontiagudo, se curva; as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, já não permitem mais o vôo garboso. Então, a águia só tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação que dura perto de cento e cinqüenta dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher a um ninho, próximo a um costão protegido, de onde ela não precise sair. Quando encontra esse lugar, a águia bate o bico na pedra até conseguir arrancá-lo e espera pacientemente nascer um novo bico. Com esse novo bico arranca as velhas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. Só depois de cinco tenebrosos meses, ela sai para o seu vôo de renovação para então viver mais trinta anos.

Diante disso penso que também temos duas alternativas, não tão trágicas quanto à da águia - viver lamentando o passado e choramingando a vida toda ou planejar o futuro vivendo intensamente o presente.

Na segunda opção o "presente" nos oferece diariamente a oportunidade de tornar a nossa vida da maneira que a queremos, embora só seja possível quando se trabalha para isso.

E o trabalho diário, em nossas vidas, exige de nós metas, idéias, estratégias, concentração e muita perseverança (que particularmente eu chamo de insistência e às vezes teimosia).

Faça uma auto-análise e avalie o grau de suas virtudes como persistência, autoconfiança, estabilidade emocional, ambição (não insana), fidelidade aos superiores, lealdade à empresa onde trabalha, ética e também: como anda sua formação técnica, sua experiência e perspectiva profissional. Permita a autocrítica. Enxergue as suas virtudes e tenha coragem para mudar os seus defeitos, deixar de lado velhos conceitos e desenvolver novos talentos.

Lembra daquelas promessas de início de ano que você fez na praia (ou qualquer outro lugar)? O curso de inglês, o regime, o parar de fumar, o novo emprego, o novo carro ou simplesmente: "esse ano vai ser diferente"? Então, o que você já realizou, ou melhor, renovou?

Aproveite o hoje e trace planos, estratégias, faça um orçamento financeiro, crie tempo, inicie algo novo em sua vida, mesmo que seja algo que para os outros seja pequeno, mas que mostre a você um espírito renovado - ou ao menos disposto a renovar-se. Assim, como a estória da águia poderemos sair para o nosso Vôo da Renovação. Felizes e realizados!

Pedro Eduardo Rodrigues
Profissional da área de Recursos Humanos - formado em Administração com ênfase de RH, Pós-Graduado em Gestão Empresarial Estratégia pela Universidade de São Paulo (USP), e se especializando em Psicodrama Organizacional.